Warning: session_start(): Cannot send session cookie - headers already sent by (output started at /home/cultu795/public_html/candangocantador.com.br/pagina_musico.php:1) in /home/cultu795/public_html/candangocantador.com.br/include/session.php on line 2

Warning: session_start(): Cannot send session cache limiter - headers already sent (output started at /home/cultu795/public_html/candangocantador.com.br/pagina_musico.php:1) in /home/cultu795/public_html/candangocantador.com.br/include/session.php on line 2
Festival de Música Candango Cantador

Candango Cantador

Ocultar
Login

Se você já é cadastrado digite:

Login agora
a sua conta

Fábio Miranda

FOTO: Gustavo Serrate - "Violeiro de Brasília lançou em 2012 seu primeiro disco solo 'Caravana Solidão' com composições inéditas em parceria com Adalberto Rabelo. Nesse trabalho apropria-se de ritmos tradicionais caipiras. E, fazendo da inovação uma forma de perpetuá-los, os reinventa"

Fãs da banda

Quem está apoiando

Denunciar Perfil

Casa de Lava

Ouvir Música

Votar na Banda

CASA DE LAVA (Adalberto Rabelo Filho / Fábio Miranda)

Já nem bem o sol descia
Quase que findando o dia
Todo mundo ali sabia
Noite vem, tudo morria

Quando o tempo ia passando
a gente até se afastava
maldizendo, sussurrando
Porque ali ninguém se salva

Não há nada como a morte
para melhorar a gente
Nela o fraco vira forte
e o covarde valente

Já é hora, vou-me embora
Sem fazer nenhum alarde
Vou-me embora, já é hora,
Que amanhã já é tarde

Passo os dedos na toeira
Que pinga melancolia
E a milonga violeira
A si mesma se cria

Minha alma era vazia
E a milonga foi nascendo
A si mesma ela se cria
A si mesma não se crendo

Ninguém bule com o zunido
Do vento no arame tenso
Entre o ódio sustenido
E o tom do amor suspenso

Já é hora, vou-me embora
Sem fazer nenhum alarde
Vou-me embora, já é hora,
Que amanhã já é tarde

Aqui cada casa encerra
Uma gente rude e dura
Cansada de tanta guerra
Ceifada pela amargura

Interpretei o silêncio
Como lâmina afiada
Como se fosse um cuchilho
Na carne da madrugada

Chiando na faca cega
Só quis o que a vida nega
Mais do que pelo que fiz
Eu paguei o que não fiz

Já é hora, vou-me embora
Sem fazer nenhum alarde
Vou-me embora, já é hora,
Que amanhã já é tarde

O meu coração ausente
Onde jaz largo sorriso
Finge o que deveras sente
Como se perdera o juízo

E o tempo que era xucro
A gente amansou no laço
Morte aqui não sai no lucro
Sai lanhada de balaço

Se frente a essa imensidão
Eu pareço ser pequeno
Quanto menor o escorpião
Mais fatal é o seu veneno

Nossos Vídeos

Comentários

Comente

Alê Ribeiro

Aprecio sempre suas músicas!! Essa também está muito show! Parabéns!!

Maria Cândida Veloso

Linda música, Fábio! Parabéns!!!